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Juro do cartão de crédito tem maior alta desde 1995

Em janeiro, taxa subiu 1,46% e chegou a 14,56% ao mês, segundo a Anefac; taxa média do crédito para pessoa física voltou a crescer e chegou a 7,67% mensais.

As taxas de juros do cartão de crédito atingiram em janeiro a maior alta desde outubro de 1995. No mês, as taxas subiram 1,46%, passando de 14,35% ao mês em dezembro para 14,56% em janeiro, informou nesta quinta-feira a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

O cartão foi apenas uma das seis linhas de crédito pesquisadas pela Anefac que tiveram alta em janeiro, sendo as outras os juros do comércio, cheque especial, CDC para financiamento de veículos em bancos, empréstimo pessoal (bancos) e empréstimo pessoal (financeiras).

Em janeiro, as taxas de juros das operações de crédito para pessoas físicas e jurídicas subiram pelo 16º mês consecutivo. O juro médio para pessoa física subiu 0,11 ponto percentual em janeiro, para 7,67% ao mês (142,74% ao ano), a maior taxa de juros desde fevereiro de 2005.

De acordo com a Anefac, essas elevações podem ser atribuídas ao cenário econômico, que aumenta o risco do crescimento nos índices de inadimplência, ao aumento das taxas de juros para compensar possíveis perdas com a elevação da inadimplência e ao aumento de juros futuro, motivado pela turbulência política e econômica.

Já as taxas de juros para pessoas jurídicas tiveram uma elevação de 1,41%, passando de 4,27% ao mês em dezembro para 4,33% ao mês (66,31% ao ano) em janeiro, sendo, assim, a maior taxa desde fevereiro de 2009.

Fonte: Veja

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Ministério da Saúde confirma a 3ª morte por zika e amplia dúvidas sobre alcance do vírus

Uma jovem de 20 anos do Rio Grande do Norte foi internada com queixas respiratórias e morreu 12 dias depois.

O Ministério da Saúde confirmou a terceira morte provocada pelo zika em adultos no Brasil. A paciente, uma jovem de 20 anos do município de Serrinha, foi internada em 11 de abril do ano passado no Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, no Rio Grande do Norte, com queixas respiratórias. Morreu 12 dias depois.

Na época, médicos suspeitaram que a morte poderia estar relacionada à dengue grave, mas exames deram inconclusivos. Diante do aumento de casos de zika registrados no País ano passado, o Instituto Evandro Chagas decidiu fazer uma nova análise do material, encontrando, desta vez, confirmação para a infecção por zika.

O achado, considerado de extrema importância por autoridades sanitárias, foi levado à Organização Mundial da Saúde (OMS). Embora não seja o primeiro diagnóstico de morte por zika, o terceiro caso traz mostras mais robustas de que a doença pode levar a quadros mais graves do que inicialmente se imaginava. Não apenas para bebês infectados no período da gestação, mas para adultos que, até então, não apresentavam problemas graves de saúde. "Vamos percebendo um espectro mais amplo da doença, com maior gravidade", afirmou o diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch. Informações obtidas até o momento mostram que a jovem tinha saúde normal até a infecção.

As mortes registradas no Brasil são as primeiras no mundo. O primeiro paciente a ter óbito por zika era um homem do Maranhão. O resultado, divulgado em novembro, foi analisado com cuidado por causa das condições do paciente. Ele apresentava lúpus, uma doença que pode se complicar de forma expressiva quando o organismo é infectado por bactérias ou por vírus, como o zika. No segundo caso, confirmado dias depois, a paciente, também uma jovem, não tinha até a infecção problemas graves de saúde. Os primeiros sintomas apresentados foram dor de cabeça, náuseas e pontos vermelhos na pele e nas mucosas em setembro. Ela morreu no fim de outubro.

Orientação - Maierovitch avalia que o fato de a terceira paciente ter apresentado problemas respiratórios não é suficiente, por si só, para que médicos investiguem infecção por zika quando queixas semelhantes surgirem. "Mas a morte confirma a necessidade de que médicos tratem pacientes com suspeita de zika com muita atenção."

O diretor do Ministério da Saúde afirma não haver ainda uma hipótese para explicar o fato de zika poder levar pacientes adultos - e sem histórico de doenças - à morte. "Essa é mais uma pergunta das inúmeras que ainda precisam ser respondidas sobre o zika", completou.

(Com Estadão Conteúdo)

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Inflação para famílias de baixa renda acumula alta de 11,42% em 12 meses

População que recebe menos sentiu no bolso o aumento no preço dos transportes e da educação

A inflação para famílias com renda mensal entre 1 e 2,5 salários mínimos, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1, da Fundação Getulio Vargas, acelerou 1,91% em janeiro, um crescimento de 0,94 ponto percentual em relação ao resultado de dezembro. Nos últimos 12 meses, o indicador acumula alta de 11,42%.

Os grupos que mais tiveram alta na passagem de dezembro para janeiro foram Transportes, que passou de uma alta de 0,79% para 4,02%; Alimentação, de 1,94% para 2,63%; Habitação, de 0,34% para 1,04%; e Educação, de 0,90% para 3,73%.

Os maiores impactos no bolso do consumidor de baixa renda vieram do aumento da tarifa de ônibus, que passou de alta de 0,46% para elevação de 6,11%, da tarifa de eletricidade residencial, de 0,09% para 2,53%, e do tomate, da cebola e da batata inglesa, que encerraram janeiro com alta de 27,37%, 27,89% e 13,08%, respectivamente.

Fonte: Veja

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Vaccari decide se manter calado na CPI dos Fundos de Pensão

O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto afirmou nesta quarta-feira que não responderá aos questionamentos de deputados da CPI dos Fundos de Pensão. "Exercerei meu direito de ficar calado", disse Vaccari, sob vaias de beneficiários dos fundos Postalis e Funcef, que acompanham a audiência na Câmara, em Brasília (DF). A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia concedeu, na véspera, uma liminar em habeas corpus para que Vaccari pudesse ficar em silêncio e ser assistido pelo advogado Luiz Flávio Borges D'Urso. Ele foi convocado a depor por suspeita de tráfico de influência nos fundos de pensão para desviar recursos e atender a interesses do PT. A influência de Vaccari nos fundos foi citada por delatores da Operação Lava Jato, como Milton Pascowitch. O nome dele também aparece em mensagens interceptadas no celular do executivo da OAS Léo Pinheiro. "Nunca vi ninguém que veio aqui para ficar sentado e calado ser inocente. Quem veio para ficar calado é porque tinha culpa. Seu silêncio será ensurdecedor para os beneficiários", disse o presidente da CPI, deputado Efraim Filho (DEM-PB). (Felipe Frazão, de Brasília)

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