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O caso do transporte público procopense

Na manhã desta quarta-feira, estiveram em entrevista ao Informativo 376, pela Graúna FM, O presidente da Câmara Municipal de Cornélio Procópio, Edmar Gomes Filho, e os vereadores Vanildo Sotero, Pirulito e Angélica Houshnask no qual debateram com a população a respeito da possível municipalização do transporte coletivo de Cornélio Procópio. Acompanhe no vídeo de hoje sobre o caso.

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André Vargas manda duros recados ao PT e ameaça contar o que sabe sobre Gleisi e Paulo Bernardo

Soltando a voz – Deputado federal pelo Paraná e vice-presidente licenciado da Câmara dos Deputados, o petista André Vargas não está disposto a seguir o caminho que leva ao matadouro sem luta. Depois de muitos serviços prestados ao Partido dos Trabalhadores, Vargas está revoltado com a forma como vem sendo tratado pelos companheiros de legenda.

Aos amigos o parlamentar tem dito que exigirá que lideranças do partido demonstrem solidariedade publicamente."Estou sendo tratado como se fosse o único pecador em meio a uma legenda angelical de querubins e serafins", desabafou o deputado a um amigo. André Vargas, que já foi secretário nacional de Comunicação do PT e, nessa posição, prestou muitos serviços (sujos) a deputados, senadores e cartolas do partido, que hoje o apedrejam, tem muita munição e já dá sinais que não deixará a sua degola avançar de forma impune: "Me aguardem", tem declarado o petista.

A indignação maior de André Vargas é com a incompetente senadora Gleisi Hoffmann, de quem é o coordenador da campanha ao governo do Paraná, e Paulo Bernardo da Silva, atual ministro das Comunicações e marido da ex-chefe da Casa Civil. O ainda deputado petista foi coordenador da campanha de Paulo Bernardo à Câmara Federal.

O que mais revolta Vargas é que por comandar a campanha de Paulo Bernardo, em 1998, acabou como alvo de conturbado processo judicial por lavagem de dinheiro. Coincidência ou não, o dono da lavanderia financeira da época era Alberto Youssef, doleiro preso recentemente pela Polícia Federal na esteira da Operação Lava-Jato. "Agora esses dois (Bernardo e Gleisi) estão fingindo que não me conhecem. Se for preciso vou refrescar a memória deles", afirmou.

Não é só a falta de solidariedade que tem deixado André Vargas indignado. Ele identificou inúmeros sinais de que seu calvário político resultou do chamado "fogo amigo". Identificado com o "volta Lula", Vargas teria se tornado um alvo para setores do PT leais à presidente Dilma Rousseff. A ideia dos palacianos era detoná-lo como um exemplo do que os demais filiados ao partido não deveriam fazer. O que os autores da operação não contavam era com a dimensão do escândalo, que acabou se voltando contra todo o PT e a própria Dilma.

Também não contavam com a reação de André Vargas. Encurralado e sem nada a perder, transformado em pária político e vendo-se obrigado a mandar pelos ares a carreira política, o deputado petista é uma ode ao perigo. Correndo o risco de ser condenado por corrupção e acabar no Complexo Penitenciário da Papuda, com direito a erguer o punho cerrado, Vargas não descarta a possibilidade de se transformar em mais um homem-bomba dentro do PT. Ele sabe demais e tem pouca estrutura psicológica para suportar silenciosamente a pressão decorrente de rumoroso escândalo de corrupção.

Via UCHO INFO

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Em entrevista, Vereadora Angélica aborda assuntos polêmicos

Na manhã desta terça-feira, a vereadora Angélica Holchaneski cedeu uma entrevista ao informativo 376, na Graúna FM, no qual falou sobre os assuntos polêmicos que serão discutidos na sessão da Câmara de Vereadores de hoje. Entre os assuntos, a vereadora abordou o caso de rumores de propina e também o projeto de lei que altera as mudanças na instalação de novos postos de combustíveis em Cornélio Procópio.

Na oportunidade a vereadora criticou a postura do vereador Luis Carlos Amancio (PSDB) que, segundo ela, acusou os companheiros de bancada sem ter provas de que o fato teria ocorrido. "O vereador fez uma denuncia muito grave sem ter informações concretas, queremos explicações por que ele envolveu o nome de uma instituição." afirmou a vereadora.

A entrevista foi longa e também teve uma discussão sobre a alteração no projeto da construção de novos postos de combustíveis em Cornélio. A proposição altera o artigo 2º da lei nº 761/12 e reduz de 500 para 50 metros a distância permitida para a instalação entre revendas de combustíveis em Cornélio Procópio. O projeto foi apresentado terça passada pelo vereador Edson Ducci Ferreira. A vereadora ressaltou que o projeto precisa ser revisto com base na parte técnica e não apenas pelo lado político. " Estamos esquecendo da principal parte, que seria a técnica. Estarei procurando os companheiros daquela casa para estarmos discutindo essas situações", declarou.

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